O diário das II Jornadas Internacionais - Informação e Comunicação nos Mass Media”
Forte adesão dos alunos e docentes da UP marca este evento
“Informação e Comunicação nos Mass Media. A produção noticiosa: actores e papeis”, foi o tema das II Jornadas Internacionais realizadas nos dias 25 e 26 de Outubro e promovidas pelo Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação (CETAC.COM), em colaboração com as licenciaturas de Ciências da Comunicação (CC) e Ciência da Informação (CI) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e ainda com a Universidade de A Coruña.
O principal objectivo do encontro foi “consolidar o diálogo entre docentes, investigadores e profissionais das áreas que compõem o universo da Gestão da Informação e da Comunicação Social”. Este diálogo, segundo a organização, torna-se ainda mais importante na Galáxia da Internet e da Intranet, que transforma toda a actividade humana e social numa grande rede ou espaço de fluxos info-comunicacionais. Durante os dois dias do evento, que decorreu no Anfiteatro Nobre da FLUP, foram vários os temas debatidos e os oradores que preencheram a agenda.
O primeiro dia
No dia 25 María Antonia Pérez Rodriguez, da Universidade de A Coruña, abriu a manhã com o tema “Usuários dos centros de Informação nos mass media”, em que refere, entre outras coisas, a importância da aposta na formação dos documentalistas e a sua importância cada vez maior nas empresas de comunicação. De seguida, o Professor Mariano Herreros, da Universidade Complutense de Madrid, referiu o tema “Información en la web 2.0. Redes sociais e usos pessoais”, em que focou principalmente a concepção da Web 2.0 e ainda a participação do cidadão comum no fabrico de informação, já que através da Internet é muito fácil qualquer pessoa divulgar a sua própria informação.
Após um Coffee Break, o professor doutor Armando Malheiro, da UP e um dos elementos da organização, falou sobre “Informação e comunicação: um projecto científico comum”, em que fez uma abordagem geral sobre as duas profissões: a dos jornalistas que, segundo ele são “os que produzem a informação e a transmitem” e os documentalistas que “são quem torna a informação localizável, imperecível e recuperável a qualquer momento e em qualquer lugar”.
A parte da tarde começou com o tema “Formação superior de profissionais de Comunicação e Informação”. A primeira intervenção da tarde centrou-se na importância da “Formação dos profissionais da Ciência da Informação (CI) no curso de Jornalismo e Ciências da Informação da UP e foi feita pela Professora Doutora Fernanda Ribeiro, directora do curso de CI e também elemento da organização. Esta intervenção focou essencialmente a criação do curso de Ciência da Informação e teve três tópicos importantes: A mudança de paradigma na era da informação; Pressupostos epistemológicos e teóricos de uma nova perspectiva; Um novo modelo formativo, abrangente e integrador.
Para falar sobre o curso de Ciências da Comunicação esteve presente o professor doutor Rui Centeno, director do curso e elemento integrante da organização, que focou “A importância da Informação no Curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação da UP” e falou do curso desde a sua criação em 2000 até aos dias de hoje, passando também pelo tema que a muitos atormenta, a adaptação a Bolonha.
Seguiram-se outras conferências nomeadamente a de Mercedes Sebastian e a de José Antonio Monteiro, ambos da Universidade Carlos III de Madrid, que falaram da “Planificação da União Europeia para alcançar a sociedade do conhecimento em 2010” e das “Novas tarefas e métodos de trabalho do documentalista informativo”, respectivamente.
O primeiro dia terminou com Eulalia Fuentes Pujol, docente na Universidade Autónoma de Barcelona, que falou na evolução da documentação Informativa como uma disciplina ao serviço do profissional dos media.
O balanço deste primeiro dia é muito positivo. O professor doutor Jorge Marinho referiu que “O principal objectivo é que os destinatários deste evento (alunos e profissionais na área das Ciências da Comunicação e Ciência da Informação) sintam que saem das II Jornadas Internacionais mais enriquecidos, com mais conhecimentos do que tinham antes. Para nós isso é muito positivo, mais até do que encher anfiteatros, como aconteceu neste momento. Mais do que quantidade queremos qualidade. A qualidade adquire-se, entre outras coisas, através do lema: cooperar internacionalmente é progresso e a UP está a progredir”.
Segundo Mercedes Sebastian, o primeiro dia correu lindamente e está a gostar muito de colaborar com a UP neste congresso. “Considero muito importante a união entre as universidades e garanto que continuarei a colaborar com a UP sempre que for possível”, refere.
O segundo dia
No primeiro dia, os temas das comunicações feitas centraram-se mais no meio académico, nomeadamente no funcionamento dos cursos de CI e de CC e nas várias disciplinas e estudos relacionados com Documentação e Informação.
O segundo dia centrou-se no trabalho de campo, desenvolvido diariamente pelos profissionais de informação e documentação em vários órgãos de comunicação social.
O tema fulcral foi “Memória e uso da informação nas políticas jornalísticas”, sobre o qual falaram profissionais de alguns media bem conhecidos como a RTP, a SIC, o grupo Impresa, o Portugal Diário, o Público ou o JPN.
Uma das intervenções que conseguiu mais interacção com o público foi a de Maria João Lopes, directora da GESCO (Gestão de conteúdos e meios de comunicação, SA), do grupo Impresa. O tema de que falou foi “O acesso e uso da informação no grupo Impresa”, mais particularmente da empresa que dirige (GESCO). Segundo a representante, “os objectivos da GESCO são liderar em: serviços de tratamento documental e gestão de arquivos e ainda na venda de conteúdos de informação jornalística na Internet, com todos os cuidados que são exigidos, nomeadamente em relação à gestão dos direitos de autor e ao controlo rigoroso dos acessos e dos utilizadores”.
Para encerrar as intervenções da manhã, Fernando Zamith, coordenador geral do ciberjornal JPN – JornalismoPortoNet, apresentou o caso deste jornal online quanto à “recuperação da informação nos ciberjornais”. Nesta comunicação, o professor da disciplina de online do curso de Ciências da Comunicação, frisou a importância da associação de etiquetas temáticas a cada página (tagging, tags ou marcadores), que se associam aos tradicionais métodos de recuperação de informação na Internet, como a caixa de pesquisa e a página de acesso ao arquivo. Relembrou que, apesar da importância que o tagging tem para o ciberjornalismo, este continua ausente nos sites portugueses, sendo o JPN uma excepção a esta regra.
Marta Maia, aluna do Curso Ciências da Comunicação, disse ao JUP estar a gostar do segundo dia das jornadas. “Estou a gostar mais do segundo dia do que do primeiro porque acho que tem mais a ver com a minha área. O primeiro dia foi mais virado para a documentação e o segundo dia está mais virado para o jornalismo, que é a área que eu quero seguir.”
A parte da tarde abriu com duas intervenções muito apelativas. A primeira foi a de Ana Franqueira da SIC, que falou da “Gestão e Arquivo de Conteúdos Digitais na SIC Televisão”.
Logo a seguir foi Hilário Lopes quem tomou a palavra. O responsável pelo arquivo audiovisual da RTP, falou da “Informação e memória na RTP: a plataforma de arquivos digitais DAM.” Hilário Lopes sublinhou a existência de um novo paradigma, “concretizado na facilidade e simplificação do acesso à informação arquivada, que potencia o aumento da qualidade dos conteúdos produzidos. Por outro lado, este paradigma, impõe alterações ao perfil de competências de jornalistas e técnicos de Ciências Documentais, dando-lhes também novos desafios”.
A última intervenção do segundo dia foi feita por Johannes Beck, chefe da DW-Radio em Português. A Deutsche Welle (DW) é a rádio e televisão internacional da Alemanha, tendo também emissão em Português. O seu representante referiu a importância dos bancos de dados da DW, disponíveis a todos os jornalistas da empresa na sua página Intranet. Alertou ainda para uma situação menos agradável que foi o facto de o banco de dados ter perdido muita importância em anos passados devido à livre divulgação de dados na Internet.
Para terminar fez-se o habitual debate, onde se colocaram várias questões que agitaram o salão nobre da FLUP, provocando uma saudável interacção entre a audiência e os oradores.
As II Jornadas Internacionais terminaram com um ambiente de boa disposição e descontracção trazido pela CUCA, a tuna masculina da FLUP, que actuou durante cerca de meia hora.
O balanço final feito pela organização é animador. O professor Armando Malheiro disse ao JUP que a adesão do público excedeu as expectativas. “A adesão ultrapassou as expectativas. As segundas são, de facto, em muitos aspectos primeiras. Isto porque conseguimos uma participação mais alargada, conseguimos concretizar o modelo de pôr pessoas que fazem investigação com pessoas que estão no terreno e estabelecer o diálogo, referiu entusiasmado.”
Também a professora Maria Pinto se mostrou muito satisfeita com o resultado final do evento. “Para os objectivos que foram traçados, eu acho que eles foram plenamente atingidos. Com as apresentações que aqui foram feitas e em que tivemos as duas dimensões, por um lado a comunidade académica e as suas preocupações de investigação e, por outro lado, os profissionais no terreno e os problemas que são suscitados pelo desafio digital em que vivemos, permitiram que todos tivessem a percepção daquilo que é preciso fazer.”
Dado o sucesso comprovado destas II Jornadas Internacionais não será de estranhar que se continuem a realizar. Os vários temas abordados ao longo destes dois dias comprovaram que entre Ciências da Comunicação e Ciência da Informação há relações estreitas que devem ser estudadas e debatidas para aumentar o conhecimento dos profissionais das áreas e facilitar o seu trabalho.
“Informação e Comunicação nos Mass Media. A produção noticiosa: actores e papeis”, foi o tema das II Jornadas Internacionais realizadas nos dias 25 e 26 de Outubro e promovidas pelo Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação (CETAC.COM), em colaboração com as licenciaturas de Ciências da Comunicação (CC) e Ciência da Informação (CI) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e ainda com a Universidade de A Coruña.
O principal objectivo do encontro foi “consolidar o diálogo entre docentes, investigadores e profissionais das áreas que compõem o universo da Gestão da Informação e da Comunicação Social”. Este diálogo, segundo a organização, torna-se ainda mais importante na Galáxia da Internet e da Intranet, que transforma toda a actividade humana e social numa grande rede ou espaço de fluxos info-comunicacionais. Durante os dois dias do evento, que decorreu no Anfiteatro Nobre da FLUP, foram vários os temas debatidos e os oradores que preencheram a agenda.
O primeiro dia
No dia 25 María Antonia Pérez Rodriguez, da Universidade de A Coruña, abriu a manhã com o tema “Usuários dos centros de Informação nos mass media”, em que refere, entre outras coisas, a importância da aposta na formação dos documentalistas e a sua importância cada vez maior nas empresas de comunicação. De seguida, o Professor Mariano Herreros, da Universidade Complutense de Madrid, referiu o tema “Información en la web 2.0. Redes sociais e usos pessoais”, em que focou principalmente a concepção da Web 2.0 e ainda a participação do cidadão comum no fabrico de informação, já que através da Internet é muito fácil qualquer pessoa divulgar a sua própria informação.
Após um Coffee Break, o professor doutor Armando Malheiro, da UP e um dos elementos da organização, falou sobre “Informação e comunicação: um projecto científico comum”, em que fez uma abordagem geral sobre as duas profissões: a dos jornalistas que, segundo ele são “os que produzem a informação e a transmitem” e os documentalistas que “são quem torna a informação localizável, imperecível e recuperável a qualquer momento e em qualquer lugar”.
A parte da tarde começou com o tema “Formação superior de profissionais de Comunicação e Informação”. A primeira intervenção da tarde centrou-se na importância da “Formação dos profissionais da Ciência da Informação (CI) no curso de Jornalismo e Ciências da Informação da UP e foi feita pela Professora Doutora Fernanda Ribeiro, directora do curso de CI e também elemento da organização. Esta intervenção focou essencialmente a criação do curso de Ciência da Informação e teve três tópicos importantes: A mudança de paradigma na era da informação; Pressupostos epistemológicos e teóricos de uma nova perspectiva; Um novo modelo formativo, abrangente e integrador.
Para falar sobre o curso de Ciências da Comunicação esteve presente o professor doutor Rui Centeno, director do curso e elemento integrante da organização, que focou “A importância da Informação no Curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação da UP” e falou do curso desde a sua criação em 2000 até aos dias de hoje, passando também pelo tema que a muitos atormenta, a adaptação a Bolonha.
Seguiram-se outras conferências nomeadamente a de Mercedes Sebastian e a de José Antonio Monteiro, ambos da Universidade Carlos III de Madrid, que falaram da “Planificação da União Europeia para alcançar a sociedade do conhecimento em 2010” e das “Novas tarefas e métodos de trabalho do documentalista informativo”, respectivamente.
O primeiro dia terminou com Eulalia Fuentes Pujol, docente na Universidade Autónoma de Barcelona, que falou na evolução da documentação Informativa como uma disciplina ao serviço do profissional dos media.
O balanço deste primeiro dia é muito positivo. O professor doutor Jorge Marinho referiu que “O principal objectivo é que os destinatários deste evento (alunos e profissionais na área das Ciências da Comunicação e Ciência da Informação) sintam que saem das II Jornadas Internacionais mais enriquecidos, com mais conhecimentos do que tinham antes. Para nós isso é muito positivo, mais até do que encher anfiteatros, como aconteceu neste momento. Mais do que quantidade queremos qualidade. A qualidade adquire-se, entre outras coisas, através do lema: cooperar internacionalmente é progresso e a UP está a progredir”.
Segundo Mercedes Sebastian, o primeiro dia correu lindamente e está a gostar muito de colaborar com a UP neste congresso. “Considero muito importante a união entre as universidades e garanto que continuarei a colaborar com a UP sempre que for possível”, refere.
O segundo dia
No primeiro dia, os temas das comunicações feitas centraram-se mais no meio académico, nomeadamente no funcionamento dos cursos de CI e de CC e nas várias disciplinas e estudos relacionados com Documentação e Informação.
O segundo dia centrou-se no trabalho de campo, desenvolvido diariamente pelos profissionais de informação e documentação em vários órgãos de comunicação social.
O tema fulcral foi “Memória e uso da informação nas políticas jornalísticas”, sobre o qual falaram profissionais de alguns media bem conhecidos como a RTP, a SIC, o grupo Impresa, o Portugal Diário, o Público ou o JPN.
Uma das intervenções que conseguiu mais interacção com o público foi a de Maria João Lopes, directora da GESCO (Gestão de conteúdos e meios de comunicação, SA), do grupo Impresa. O tema de que falou foi “O acesso e uso da informação no grupo Impresa”, mais particularmente da empresa que dirige (GESCO). Segundo a representante, “os objectivos da GESCO são liderar em: serviços de tratamento documental e gestão de arquivos e ainda na venda de conteúdos de informação jornalística na Internet, com todos os cuidados que são exigidos, nomeadamente em relação à gestão dos direitos de autor e ao controlo rigoroso dos acessos e dos utilizadores”.
Para encerrar as intervenções da manhã, Fernando Zamith, coordenador geral do ciberjornal JPN – JornalismoPortoNet, apresentou o caso deste jornal online quanto à “recuperação da informação nos ciberjornais”. Nesta comunicação, o professor da disciplina de online do curso de Ciências da Comunicação, frisou a importância da associação de etiquetas temáticas a cada página (tagging, tags ou marcadores), que se associam aos tradicionais métodos de recuperação de informação na Internet, como a caixa de pesquisa e a página de acesso ao arquivo. Relembrou que, apesar da importância que o tagging tem para o ciberjornalismo, este continua ausente nos sites portugueses, sendo o JPN uma excepção a esta regra.
Marta Maia, aluna do Curso Ciências da Comunicação, disse ao JUP estar a gostar do segundo dia das jornadas. “Estou a gostar mais do segundo dia do que do primeiro porque acho que tem mais a ver com a minha área. O primeiro dia foi mais virado para a documentação e o segundo dia está mais virado para o jornalismo, que é a área que eu quero seguir.”
A parte da tarde abriu com duas intervenções muito apelativas. A primeira foi a de Ana Franqueira da SIC, que falou da “Gestão e Arquivo de Conteúdos Digitais na SIC Televisão”.
Logo a seguir foi Hilário Lopes quem tomou a palavra. O responsável pelo arquivo audiovisual da RTP, falou da “Informação e memória na RTP: a plataforma de arquivos digitais DAM.” Hilário Lopes sublinhou a existência de um novo paradigma, “concretizado na facilidade e simplificação do acesso à informação arquivada, que potencia o aumento da qualidade dos conteúdos produzidos. Por outro lado, este paradigma, impõe alterações ao perfil de competências de jornalistas e técnicos de Ciências Documentais, dando-lhes também novos desafios”.
A última intervenção do segundo dia foi feita por Johannes Beck, chefe da DW-Radio em Português. A Deutsche Welle (DW) é a rádio e televisão internacional da Alemanha, tendo também emissão em Português. O seu representante referiu a importância dos bancos de dados da DW, disponíveis a todos os jornalistas da empresa na sua página Intranet. Alertou ainda para uma situação menos agradável que foi o facto de o banco de dados ter perdido muita importância em anos passados devido à livre divulgação de dados na Internet.
Para terminar fez-se o habitual debate, onde se colocaram várias questões que agitaram o salão nobre da FLUP, provocando uma saudável interacção entre a audiência e os oradores.
As II Jornadas Internacionais terminaram com um ambiente de boa disposição e descontracção trazido pela CUCA, a tuna masculina da FLUP, que actuou durante cerca de meia hora.
O balanço final feito pela organização é animador. O professor Armando Malheiro disse ao JUP que a adesão do público excedeu as expectativas. “A adesão ultrapassou as expectativas. As segundas são, de facto, em muitos aspectos primeiras. Isto porque conseguimos uma participação mais alargada, conseguimos concretizar o modelo de pôr pessoas que fazem investigação com pessoas que estão no terreno e estabelecer o diálogo, referiu entusiasmado.”
Também a professora Maria Pinto se mostrou muito satisfeita com o resultado final do evento. “Para os objectivos que foram traçados, eu acho que eles foram plenamente atingidos. Com as apresentações que aqui foram feitas e em que tivemos as duas dimensões, por um lado a comunidade académica e as suas preocupações de investigação e, por outro lado, os profissionais no terreno e os problemas que são suscitados pelo desafio digital em que vivemos, permitiram que todos tivessem a percepção daquilo que é preciso fazer.”
Dado o sucesso comprovado destas II Jornadas Internacionais não será de estranhar que se continuem a realizar. Os vários temas abordados ao longo destes dois dias comprovaram que entre Ciências da Comunicação e Ciência da Informação há relações estreitas que devem ser estudadas e debatidas para aumentar o conhecimento dos profissionais das áreas e facilitar o seu trabalho.

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