Thursday, October 18, 2007
XXI Festival Internacional de Tunas Universitárias

O evento que enche de capas negras o Coliseu do Porto
Nos próximos dias 19 e 20 deste mês o Coliseu vai receber mais uma vez o Festival Internacional de Tunas Universitárias do Porto, organizado pelo Orfeão Universitário do Porto (OUP). As melhores tunas universitárias de Portugal fazem o cartaz do festival que “promete ser um sucesso”, segundo a organização.
O mais antigo e mais prestigiado Festival de Tunas do país, está mais uma vez prestes a acontecer. Nos anos anteriores juntou cerca de 6000 pessoas no Coliseu do Porto, desde estudantes a pessoas da cidade que vão porque apreciam o espectáculo.
Segundo João Carlos Soares de Sousa, da Comissão Organizadora do XXI FITU, “este ano a maior diferença que vai haver relaciona-se com as tunas convidadas. Apostámos mais nas tunas portuguesas. Num festival de tunas não há muita variação possível de ano para ano. Vai haver uma alteração quanto aos bares escolhidos para diversão pós-festival, pois este ano decidimos ter só um bar na Ribeira do Porto, em vez de dois como é habitual.”
Este ano as tunas convidadas pertencem à Liga dos Campeões Nacional, ou seja, ao grupo das melhores tunas do nosso país. As contempladas são a Tuna Académica de Lisboa, a tuna do Instituto Superior Técnico de Lisboa, a Tuna Universitária de Aveiro, a Tuna Universitária do Minho, a Tuna Académica da Faculdade de Economia da UP e a Tuna da Faculdade de Engenharia da UP. Quanto a tunas estrangeiras, este ano apenas estará presente a Tuna Universitária da Colômbia.
A Tuna Universitária do Porto, a Tuna Feminina da Orfeão Universitário do Porto e a Tuna da Associação dos Antigos Orfeonistas da Universidade do Porto também vão fazer parte da lista dos espectáculos, embora não participem na competição.
Para apresentar o espectáculo estarão em palco, como é tradição, os Jograis do OUP que, com o seu humor e boa disposição, animam o público, ao mesmo passo que apresentam todo o evento.
O festival terá início dia 19, sexta-feira, por volta das 21 horas, embora o Coliseu abra as portas às 20.30.
Provedor do Estudante da UP
Um apoio que muitos desconhecem
A Universidade do Porto (UP) possui uma entidade que muitos alunos desconhecem: o Provedor do Estudante. Este serviço de apoio aos alunos é actualmente representado pela professora Maria de Lurdes Correia Fernandes. Ao JUP, a professora falou das suas funções e dos pedidos de ajuda que mais lhe chegam às mãos.
A figura do Provedor é uma entidade criada há cerca de 3 anos pelo Senado da UP e a ela cabe o papel de escutar a voz dos alunos e dirigentes das estruturas da Universidade com eventuais queixas ou dúvidas que surjam. Deve analisar cada caso e intervir, dando sugestões e tomando decisões concretas. Em entrevista ao JUP, a Provedora do Estudante afirmou que “o provedor deve velar pela sã convivência universitária e por ver se os estudantes estão a ser tratados com a dignidade que merecem. Tem também um papel de mediador entre o estudante e a instituição, ou seja, os órgãos de gestão, os professores, por forma a resolver situações de conflito ou de não respeito pelos direitos e deveres quer pelos professores como pelos alunos”.
Nem sempre os protestos que os alunos da UP apresentam são totalmente correctos e cabe à Provedora do Estudante averiguar os dois lados, ou seja ouvir o estudante mas ouvir também a instituição de que este se queixa. Segundo a professora Maria de Lurdes, “o meu papel é sobretudo o de ver os problemas que existem , tentar dar uma opinião, mediar conflitos e tentar averiguar se o estudante tem razão. Nem sempre o protesto do estudante é totalmente justo. É sempre de um ponto de vista a que eu atendo, mas tento sempre ver também o outro ponto de vista e ouvir a opinião do lado oposto. Caso se detecte que o estudante tem razão, tomarei as medidas de aconselhamento (visto que não tenho poder executivo) para solicitar que sejam corrigidas situações que são anómalas no quadro do que são as regras de sã convivência e de funcionamento da Universidade do Porto”.
Apesar de este serviço prestar um importante papel de apoio aos alunos, poucos são os que o conhecem. Em conversa com alguns alunos das várias faculdades da UP, a ideia geral é a de que quase ninguém sabe da existência do Provedor do Estudante.
Cristina Maia, aluna do 3º ano da faculdade de Ciências Farmacêuticas diz nunca ter ouvido falar neste serviço que a UP disponibiliza. “Nunca ouvi falar. Mas nunca é tarde e a partir de agora, se tiver algum problema de maior, já sei a quem recorrer. Penso que é muito bom que haja um Provedor do Estudante porque, muitas vezes temos problemas que a secretaria não nos consegue resolver e assim é-nos garantido um outro apoio.”
Sandra Pinto, aluna do 2º ano do curso de Direito da UP, sublinha a necessidade de os alunos terem apoios deste tipo dentro da Universidade. “Penso que é importantíssimo que haja um apoio como este para que os alunos exponham sem problemas as suas dúvidas e esclareçam os seus problemas. É uma pena não haver mais divulgação sobre este serviço, pois tenho a certeza que muitos alunos tentariam este apoio, principalmente quando se sentem injustiçados e na secretaria da faculdade não lhe fazem nada. Eu própria não sabia que existia.”
A actual Provedora do Estudante admite que a divulgação que é feita sobre os seus serviços pode ser melhorada e garante que vai tomar medidas por pôr esta informação mais acessível no site da Reitoria.
São vários os meios através dos quais os alunos podem contactar com a Provedora do Estudante. “O mais utilizado é o e-mail, mas também mandam muitas vezes os pedidos por carta ou marcam com a minha secretária uma audiência. Este ano têm chegado muitos pedidos via e-mail relacionados com a implementação do processo de Bolonha, principalmente no que toca aos planos de transição. O tipo de reclamações varia com as alturas do ano. Quando há mais afluência é na altura em que saem os resultados dos exames finais. Também tenho alguns casos de problemas pedagógicos. Aí, normalmente peço ao Conselho Pedagógico que analise a situação”, refere a professora Maria de Lurdes.
Segundo a Provedora do Estudante, muitas vezes os alunos têm receio de falar sobre determinadas situações, sobretudo quando têm que referir o nome de um professor, pois têm medo das represálias. “Quando o estudante tem razão, deve dizer que acha que tem razão e expor o problema. Se o problema for de vários alunos, o ideal é fazerem um texto e assinarem em conjunto. Quanto á identidade, se um aluno me pedir que reserve a sua identidade, em caso algum direi quem me fez a queixa”, esclarece a professora.
Cláudia Gomes
A Universidade do Porto (UP) possui uma entidade que muitos alunos desconhecem: o Provedor do Estudante. Este serviço de apoio aos alunos é actualmente representado pela professora Maria de Lurdes Correia Fernandes. Ao JUP, a professora falou das suas funções e dos pedidos de ajuda que mais lhe chegam às mãos.
A figura do Provedor é uma entidade criada há cerca de 3 anos pelo Senado da UP e a ela cabe o papel de escutar a voz dos alunos e dirigentes das estruturas da Universidade com eventuais queixas ou dúvidas que surjam. Deve analisar cada caso e intervir, dando sugestões e tomando decisões concretas. Em entrevista ao JUP, a Provedora do Estudante afirmou que “o provedor deve velar pela sã convivência universitária e por ver se os estudantes estão a ser tratados com a dignidade que merecem. Tem também um papel de mediador entre o estudante e a instituição, ou seja, os órgãos de gestão, os professores, por forma a resolver situações de conflito ou de não respeito pelos direitos e deveres quer pelos professores como pelos alunos”.
Nem sempre os protestos que os alunos da UP apresentam são totalmente correctos e cabe à Provedora do Estudante averiguar os dois lados, ou seja ouvir o estudante mas ouvir também a instituição de que este se queixa. Segundo a professora Maria de Lurdes, “o meu papel é sobretudo o de ver os problemas que existem , tentar dar uma opinião, mediar conflitos e tentar averiguar se o estudante tem razão. Nem sempre o protesto do estudante é totalmente justo. É sempre de um ponto de vista a que eu atendo, mas tento sempre ver também o outro ponto de vista e ouvir a opinião do lado oposto. Caso se detecte que o estudante tem razão, tomarei as medidas de aconselhamento (visto que não tenho poder executivo) para solicitar que sejam corrigidas situações que são anómalas no quadro do que são as regras de sã convivência e de funcionamento da Universidade do Porto”.
Apesar de este serviço prestar um importante papel de apoio aos alunos, poucos são os que o conhecem. Em conversa com alguns alunos das várias faculdades da UP, a ideia geral é a de que quase ninguém sabe da existência do Provedor do Estudante.
Cristina Maia, aluna do 3º ano da faculdade de Ciências Farmacêuticas diz nunca ter ouvido falar neste serviço que a UP disponibiliza. “Nunca ouvi falar. Mas nunca é tarde e a partir de agora, se tiver algum problema de maior, já sei a quem recorrer. Penso que é muito bom que haja um Provedor do Estudante porque, muitas vezes temos problemas que a secretaria não nos consegue resolver e assim é-nos garantido um outro apoio.”
Sandra Pinto, aluna do 2º ano do curso de Direito da UP, sublinha a necessidade de os alunos terem apoios deste tipo dentro da Universidade. “Penso que é importantíssimo que haja um apoio como este para que os alunos exponham sem problemas as suas dúvidas e esclareçam os seus problemas. É uma pena não haver mais divulgação sobre este serviço, pois tenho a certeza que muitos alunos tentariam este apoio, principalmente quando se sentem injustiçados e na secretaria da faculdade não lhe fazem nada. Eu própria não sabia que existia.”
A actual Provedora do Estudante admite que a divulgação que é feita sobre os seus serviços pode ser melhorada e garante que vai tomar medidas por pôr esta informação mais acessível no site da Reitoria.
São vários os meios através dos quais os alunos podem contactar com a Provedora do Estudante. “O mais utilizado é o e-mail, mas também mandam muitas vezes os pedidos por carta ou marcam com a minha secretária uma audiência. Este ano têm chegado muitos pedidos via e-mail relacionados com a implementação do processo de Bolonha, principalmente no que toca aos planos de transição. O tipo de reclamações varia com as alturas do ano. Quando há mais afluência é na altura em que saem os resultados dos exames finais. Também tenho alguns casos de problemas pedagógicos. Aí, normalmente peço ao Conselho Pedagógico que analise a situação”, refere a professora Maria de Lurdes.
Segundo a Provedora do Estudante, muitas vezes os alunos têm receio de falar sobre determinadas situações, sobretudo quando têm que referir o nome de um professor, pois têm medo das represálias. “Quando o estudante tem razão, deve dizer que acha que tem razão e expor o problema. Se o problema for de vários alunos, o ideal é fazerem um texto e assinarem em conjunto. Quanto á identidade, se um aluno me pedir que reserve a sua identidade, em caso algum direi quem me fez a queixa”, esclarece a professora.
Cláudia Gomes
Empreendedorismo na UP
Novo clube na Universidade do Porto
Em busca do espírito empreendedor dos alunos
Na passada quinta-feira, dia 27 de Setembro realizou-se no salão nobre da Reitoria a primeira Assembleia Constituinte do Clube de Empreendedorismo da Universidade do Porto (CEdUP).
O clube foi promovido por dois alunos e dois alumni (ex-alunos) da Universidade do Porto (U.P.) e, segundo o vice-reitor, professor Jorge Gonçalves, “a ideia foi muito bem recebida pala Reitoria. Tenho grande confiança no projecto. Estou convencido que vai ser um sucesso.”
Nesta sessão foram apresentados os princípios e objectivos do clube e foram, ainda, feitas algumas inscrições de novos sócios e eleita uma parte do Conselho Fiscal.
No início da sessão o clima era de grande confiança no projecto mas também de alguma ansiedade. Roberto Leão revelou ao JUP as suas expectativas. “Espero que apareçam alguns dos interessados da comunidade da U.P. no empreendedorismo, que venham saber o que é que se está a planear fazer este ano e se inscrevam como sócios e depois que ajudem a eleger os representantes dos sócios no conselho geral”, disse.
A ideia de criar este clube nasceu em conversas informais de um grupo de alunos e alumni da U.P. e também colegas do Orfeão Universitário do Porto (OUP). Os seus promotores, Roberto Leão, Gonçalo Cruz, Tiago Espinhaço Gomes e Marcus Dahlem formaram o Clube “para que houvesse no país uma instituição de carácter informal que pudesse juntar os que têm vontade de empreender dentro da Universidade”, esclarecem.
Segundo os promotores,“sentimos que havia um vazio total no país porque o trabalho feito no estrangeiro tem tido muitos resultados. Apercebemo-nos, também, que na semana em que a Faculdade de Letras organizou o evento “Semana de Empreendedorismo AEFLUP/ Caixa Geral de Depósitos” todos os alunos, das várias faculdades, demonstraram interesse por esta temática.”
O clube tem como objectivos principais juntar os membros da U.P. com vontade de empreender, divulgar a temática do empreendedorismo junto da comunidade da U.P. e promover a cooperação com iniciativas internacionais homólogas. Vai estar aberto a toda a Universidade, aos alunos, aos alumni e aos funcionários. Segundo Roberto Leão, “decidimos ultrapassar as barreiras habituais que distinguem alunos, professores, funcionários e ex-alunos e decidimos abrir a todos a possibilidade de pertencer ao clube.”
Ao JUP, o professor e vice-reitor Jorge Gonçalves confessou: “tenho grande confiança no projecto. As pessoas que formaram o clube têm uma experiência e uma percepção das dificuldades que os estudantes têm e permitem-nos uma abordagem diferente do problema: Não são os professores a impor um conjunto de temas; os temas surgem para responder às necessidades que os estudantes sentem, é a melhor forma de aprender”. Acrescentou ainda “nós queremos que isto sirva para sensibilizar os estudantes dos problemas do mundo de trabalho o mais cedo possível. Vale a pena as pessoas enfrentarem os problemas.”
Para se ser sócio do clube, devem preencher-se alguns critérios, nomeadamente ter sido trabalhador-estudante, ter praticado desporto de alta competição, ter feito voluntariado, ter participado em actividades de associativismo, ter pertencido ao OUP ou ao Teatro da U.P., ter pertencido a uma empresa Júnior ou ter feito um programa de mobilidade internacional como o ERASMUS. Os promotores justificam estes critérios dizendo: ”é para assegurar que há um mínimo de característica empreendedora nos sócios. A malha de alunos e alumni que podem preencher estes critérios é de muitos milhares.”
O clube vai promover várias actividades, como workshops e conferências informais com oradores advindos do mundo empresarial. Via haver ainda uma reunião bimensal completamente informal “onde vai estar um provocador, que lança um tema de debate para a mesa, onde se vão trocar ideias, conhecer pessoas novas, conversar”, explica Roberto Leão.
As actividades do clube começam já este mês e, neste 1º semestre os membros estão isentos de do pagamento de cotas ou jóia.
Cláudia Gomes
Em busca do espírito empreendedor dos alunos
Na passada quinta-feira, dia 27 de Setembro realizou-se no salão nobre da Reitoria a primeira Assembleia Constituinte do Clube de Empreendedorismo da Universidade do Porto (CEdUP).
O clube foi promovido por dois alunos e dois alumni (ex-alunos) da Universidade do Porto (U.P.) e, segundo o vice-reitor, professor Jorge Gonçalves, “a ideia foi muito bem recebida pala Reitoria. Tenho grande confiança no projecto. Estou convencido que vai ser um sucesso.”
Nesta sessão foram apresentados os princípios e objectivos do clube e foram, ainda, feitas algumas inscrições de novos sócios e eleita uma parte do Conselho Fiscal.
No início da sessão o clima era de grande confiança no projecto mas também de alguma ansiedade. Roberto Leão revelou ao JUP as suas expectativas. “Espero que apareçam alguns dos interessados da comunidade da U.P. no empreendedorismo, que venham saber o que é que se está a planear fazer este ano e se inscrevam como sócios e depois que ajudem a eleger os representantes dos sócios no conselho geral”, disse.
A ideia de criar este clube nasceu em conversas informais de um grupo de alunos e alumni da U.P. e também colegas do Orfeão Universitário do Porto (OUP). Os seus promotores, Roberto Leão, Gonçalo Cruz, Tiago Espinhaço Gomes e Marcus Dahlem formaram o Clube “para que houvesse no país uma instituição de carácter informal que pudesse juntar os que têm vontade de empreender dentro da Universidade”, esclarecem.
Segundo os promotores,“sentimos que havia um vazio total no país porque o trabalho feito no estrangeiro tem tido muitos resultados. Apercebemo-nos, também, que na semana em que a Faculdade de Letras organizou o evento “Semana de Empreendedorismo AEFLUP/ Caixa Geral de Depósitos” todos os alunos, das várias faculdades, demonstraram interesse por esta temática.”
O clube tem como objectivos principais juntar os membros da U.P. com vontade de empreender, divulgar a temática do empreendedorismo junto da comunidade da U.P. e promover a cooperação com iniciativas internacionais homólogas. Vai estar aberto a toda a Universidade, aos alunos, aos alumni e aos funcionários. Segundo Roberto Leão, “decidimos ultrapassar as barreiras habituais que distinguem alunos, professores, funcionários e ex-alunos e decidimos abrir a todos a possibilidade de pertencer ao clube.”
Ao JUP, o professor e vice-reitor Jorge Gonçalves confessou: “tenho grande confiança no projecto. As pessoas que formaram o clube têm uma experiência e uma percepção das dificuldades que os estudantes têm e permitem-nos uma abordagem diferente do problema: Não são os professores a impor um conjunto de temas; os temas surgem para responder às necessidades que os estudantes sentem, é a melhor forma de aprender”. Acrescentou ainda “nós queremos que isto sirva para sensibilizar os estudantes dos problemas do mundo de trabalho o mais cedo possível. Vale a pena as pessoas enfrentarem os problemas.”
Para se ser sócio do clube, devem preencher-se alguns critérios, nomeadamente ter sido trabalhador-estudante, ter praticado desporto de alta competição, ter feito voluntariado, ter participado em actividades de associativismo, ter pertencido ao OUP ou ao Teatro da U.P., ter pertencido a uma empresa Júnior ou ter feito um programa de mobilidade internacional como o ERASMUS. Os promotores justificam estes critérios dizendo: ”é para assegurar que há um mínimo de característica empreendedora nos sócios. A malha de alunos e alumni que podem preencher estes critérios é de muitos milhares.”
O clube vai promover várias actividades, como workshops e conferências informais com oradores advindos do mundo empresarial. Via haver ainda uma reunião bimensal completamente informal “onde vai estar um provocador, que lança um tema de debate para a mesa, onde se vão trocar ideias, conhecer pessoas novas, conversar”, explica Roberto Leão.
As actividades do clube começam já este mês e, neste 1º semestre os membros estão isentos de do pagamento de cotas ou jóia.
Cláudia Gomes
Pequena explosão não passou de um grande susto
Pequeno incêndio na Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto não fez feridos, só danos materiais.
Os alunos e funcionários da Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto (ESTSP) e do curso de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto foram surpreendidos hoje, sexta-feira, a meio da manhã, por uma explosão no interior do edifício que partilham, na Praça Coronel Pacheco, no Porto.
O alarme não disparou e a evacuação do local fez-se com avisos de porta em porta nas várias salas de aula por funcionárias e alunos. Passados poucos minutos de o edifício ter sido evacuado, chegaram as corporações de bombeiros (três carros dos Sapadores Bombeiros do Porto e um carro dos Bombeiros Voluntários da cidade).
Segundo as funcionárias da secretaria do curso de Ciências da Comunicação, a explosão sentiu-se de forma intensa no rés-do-chão do edifício. “Ouvimos um grande estrondo, que fez abanar as secretárias e as janelas. Depois de chamarmos os bombeiros, saímos a correr”, contou ao JPN Ana Paula Pereira.
Joana Miranda, da televisão interna da universidade UPmedia, estava a trabalhar no seu gabinete quando olhou pela janela e se apercebeu das chamas. “Vi labaredas e assustei-me. Estava a trabalhar e vi chamas e fumo numa sala. Desci a correr a avisar que estava a arder”, descreveu. Alguns docentes, que davam aulas no 1.º piso, não se aperceberam do ocorrido.
A directora do ESTSP, Maria João Cunha, disse aos jornalistas não perceber porque é que o alarme não accionou.
Inquérito à origem do fogo
A intervenção dos bombeiros foi rápida e fez-se de uma forma ordenada. Não houve feridos. Apenas uma aluna, que ficou mais tempo retida no edifício, teve alguns momentos de pânico, mas foi devidamente acompanhada pelo INEM, que estava no local com duas viaturas.
Segundo o chefe Francisco Figueiredo, do Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto, os estragos cingiram-se a algumas cadeiras e à pintura da sala onde deflagrou o incêndio. Quanto à origem do fogo, ”terá que ser apurada pelas entidades competentes”. Acrescentou ainda que “o grande problema esteve relacionado com os fumos tóxicos, pois havia cadeiras que eram almofadadas e originaram muitos fumos”.
Por volta das 12h10, os bombeiros abandonaram o local e o edifício foi fechado, sendo só permitida a entrada de funcionários e de agentes da polícia, para avançarem com as investigações. A escola reabriria às 14h00.
Cláudia Gomes
Os alunos e funcionários da Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto (ESTSP) e do curso de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto foram surpreendidos hoje, sexta-feira, a meio da manhã, por uma explosão no interior do edifício que partilham, na Praça Coronel Pacheco, no Porto.
O alarme não disparou e a evacuação do local fez-se com avisos de porta em porta nas várias salas de aula por funcionárias e alunos. Passados poucos minutos de o edifício ter sido evacuado, chegaram as corporações de bombeiros (três carros dos Sapadores Bombeiros do Porto e um carro dos Bombeiros Voluntários da cidade).
Segundo as funcionárias da secretaria do curso de Ciências da Comunicação, a explosão sentiu-se de forma intensa no rés-do-chão do edifício. “Ouvimos um grande estrondo, que fez abanar as secretárias e as janelas. Depois de chamarmos os bombeiros, saímos a correr”, contou ao JPN Ana Paula Pereira.
Joana Miranda, da televisão interna da universidade UPmedia, estava a trabalhar no seu gabinete quando olhou pela janela e se apercebeu das chamas. “Vi labaredas e assustei-me. Estava a trabalhar e vi chamas e fumo numa sala. Desci a correr a avisar que estava a arder”, descreveu. Alguns docentes, que davam aulas no 1.º piso, não se aperceberam do ocorrido.
A directora do ESTSP, Maria João Cunha, disse aos jornalistas não perceber porque é que o alarme não accionou.
Inquérito à origem do fogo
A intervenção dos bombeiros foi rápida e fez-se de uma forma ordenada. Não houve feridos. Apenas uma aluna, que ficou mais tempo retida no edifício, teve alguns momentos de pânico, mas foi devidamente acompanhada pelo INEM, que estava no local com duas viaturas.
Segundo o chefe Francisco Figueiredo, do Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto, os estragos cingiram-se a algumas cadeiras e à pintura da sala onde deflagrou o incêndio. Quanto à origem do fogo, ”terá que ser apurada pelas entidades competentes”. Acrescentou ainda que “o grande problema esteve relacionado com os fumos tóxicos, pois havia cadeiras que eram almofadadas e originaram muitos fumos”.
Por volta das 12h10, os bombeiros abandonaram o local e o edifício foi fechado, sendo só permitida a entrada de funcionários e de agentes da polícia, para avançarem com as investigações. A escola reabriria às 14h00.
Cláudia Gomes
